A Descoberta Que Mudou Tudo

Em um futuro que quem sabe possa soar utópico, motoristas de carros elétricos não precisarão mais parar em postos para recarregar a bateria dos seus veículos como acontece nos dias de hoje. Isto porque algumas das principais ruas das cidades poderão estar equipadas com uma espécie de carregador de bateria sem fio. Um projeto ambicioso nesta área é o Qualcomm Halo, Trabalhando Com Carta Solar III visto em ação pela Fórmula E, nova ordem de campeonato montada na Federação Internacional de Automobilismo (FIA). Em evento efetuado pouco tempo atrás pela sede da Qualcomm, em São Paulo, o piloto da Audio Sport ABT Lucas di Grassi e o vice-presidente da empresa na América Latina Rafael Steinhauser deram mais dados sobre o assunto essa parceria.

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O Qualcomm Halo dá certo de forma parelho aos carregadores por indução magnética que invadiram o mercado de smartphones pouco tempo atrás e que dispensam o exercício de cabos. A recarga por indução, ou wireless, como vem sendo chamada, utiliza um campo magnético pra recarregar baterias. Desse tipo de carregamento sem fio, bobinas encontradas pela apoio de recarga, ao serem acionadas pelo contato, entram em ação e criam um campo magnético qualificado de fornecer energia elétrica ao equipamento. A tecnologia WEVC (Wireless Electric Vehicle Charging) da Qualcomm assim como utiliza a indução magnética pra transferir energia da apoio de carregamento pra um mecanismo instalado no automóvel elétrico.

Pra que funcione, basta que os motoristas parem a respeito essa base pra que a recarga comece automaticamente. Em um primeiro momento, somente os veículos de segurança (safety cars) da Fórmula E vêm equipados com essa tecnologia. Por meio do segundo ano do campeonato, a solução Qualcomm Halo bem como será capaz de ser utilizada pra recarregar os veículos elétricos da corrida.

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Pra Lucas di Grassi, neste momento piloto de Fórmula E, uma das vantagens dessa tecnologia é que o automóvel não tem que estar inteiramente ajeitado à base pra funcionar. Segundo Rafael Steinhauser, da Qualcomm, no futuro, as placas de carregamento poderiam ser colocadas nas principais ruas pra que os automóveis elétricos sejam carregados à quantidade que circulam na cidade.

Uma solução bem mais sustentável que outros combustíveis como a gasolina, o álcool ou o diesel. A Fórmula E teve início no dia 13 de setembro desse ano em uma corrida consumada em Beijing, na China, vencida por Lucas di Grassi. Pela Fórmula E, diferente do que acontece pela Fórmula 1, onde os automóveis são capazes de ser mecanicamente distinto dos outros, todos usam o mesmo carro.

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01E é o único veículo autorizado na Federation Internationale de l’Automobile (FIA) e foi montado por várias corporações do ramo: Dallara, McLaren Electronics, Williams Advanced Engineering, Hewland, Renault Sport Technologies e Michelin. O carro é feito de fibra de carbono e alumínio, o que resulta em um chassi ao mesmo tempo suave e resistente.

Tua bateria é de 200kw, o equivalente a 270 bhp - o motor de um carro de Fórmula um chega a 600 bhp. Por questão de tempo, pra não esperar a bateria carregar, os pilotos utilizam 2 automóveis durante uma mesma corrida. Energia Fotovoltaica Valor , eles não trocam pneus, entretanto carros. Segundo Di Grassi, a potência do motor não é usada ao máximo para impossibilitar o traço de explosão da bateria ou choque no piloto depois de uma batida.

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Ainda segundo o piloto, o veículo elétrico vai de 0 a cem km/h em somente 3 segundos e chega a uma velocidade máxima de 225 km/h. O automóvel elétrico necessita de que o piloto e equipe se preparem de uma outra forma pro início da prova. O piloto, por exemplo, tem que entender a racionar o uso da bateria, durante o tempo que os engenheiros da equipe devem aprender bem as pistas pra proteger pela programação do veículo.

Diferentemente da Fórmula ENERGIA ELÉTRICA: DESPERDÍCIO OU Exercício CONSCIENTE? , a Fórmula E acontece em circuitos urbanos e os pilotos não têm a opção de trocar de pneu de acordo com o clima. É a toda a hora o mesmo pneu, faça chuva ou sol. Para Di Grassi, um dos grandes atrativos de fazer quota de uma nova classe é ver de perto uma tecnologia que é o futuro do automobilismo e também dos automóveis de passeio.

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Conhecedor do foco, ele diz que o motores a combustão (incluindo motores híbridos) imediatamente chegaram no seu limite de potência, durante o tempo que o automóvel elétrico ainda tem muito pra evoluir. Além do mais, os automóveis elétricos são menos poluentes do que os que hoje em dia são usados na Fórmula 1 e bem como nas ruas.

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